Grita o corvo anunciando uma  boa-nova:

A impostora jaz cadavérica e fétida,
(Sem lágrimas convulsivas e amigas)
Num túmulo cinza e de flores secas,
Sob a sombra de um velho jequitibá

Repouse em tormento, alma desencarnada!

This is the end.
E a vida segue
Na infelicidade
Que me persegue…

Eduardo Marques