Grita o corvo anunciando uma boa-nova:
A impostora jaz cadavérica e fétida,
(Sem lágrimas convulsivas e amigas)
Num túmulo cinza e de flores secas,
Sob a sombra de um velho jequitibá
Repouse em tormento, alma desencarnada!
This is the end.
E a vida segue
Na infelicidade
Que me persegue…
Eduardo Marques
Janeiro 27, 2009 ás 9:22 pm |
Alguém aí sentiu a minha falta?
Fevereiro 10, 2009 ás 2:03 pm |
Se você resolver voltar, me avisa!
Junho 2, 2009 ás 1:03 am |
vc tem voltar com seus poemas lindos.beijo