Com fervor
clamo o teu nome:
Oh! Minha doce
amiga Morte!
Com torpor
rogo que me salve:
Faça-me livre
de toda a insanidade!
Por favor
não me abandone
tenha piedade
e seja a minha consorte!
Amém.
Eduardo Marques
Uncategorized 11:36 am
Com fervor
clamo o teu nome:
Oh! Minha doce
amiga Morte!
Com torpor
rogo que me salve:
Faça-me livre
de toda a insanidade!
Por favor
não me abandone
tenha piedade
e seja a minha consorte!
Amém.
Eduardo Marques
Uncategorized 4:18 pm
Não prossiga a leitura, amor!
Não perca o seu tempo.
São só versos ruins…
As minhas PORCARIAS!
Eduardo Marques
Uncategorized 11:15 pm
Não sou poeta,
sou uma farsa!
Só escrevo merda
versificada.
Versos de amor
enjoadinhos
e inexpressivos.
Eduardo Marques
Uncategorized 11:04 pm
Quando adormeço, vivo!
Quando desperto, morro!
O sono é o meu alimento,
A vida é o meu tormento.
Eduardo Marques
Uncategorized 10:56 pm
Não escrevo mais versos de amor,
eu me recuso!
São só porcarias com muito mel
e nenhuma literatura.
Eduardo Marques
Uncategorized 11:47 pm
Mate-me, mas não me maltrate!
Seja carinhosa e rápida,
acabe de uma vez com a minha vida,
não tenha piedade.
Eu rogo!
Até choro…
Morte, venha logo!
Escutai o meu desespero.
Eduardo Marques
Uncategorized 11:23 pm
: tenho uma rara doença
e sofro com a indiferença
com algumas palavras,
mordo os próprios lábios
é o fim das quimeras
e das lembranças…
são delírios hipocondríacos
de um poeta entorpecido
ó versos demoníacos,
espírito enclausurado!
uma constelação de insegurança
priva a minha mente de esperança
———————————
a caneta seca, os versos terminam
a noite avança, os fantasmas assombram…
Eduardo Marques
03/07/2008 – 00h32
Uncategorized 11:16 pm
Partiu!
E não derramei nenhuma lágrima…
Adeus.
Eduardo Marques
Uncategorized 11:36 am
Não sou apenas mais uma máquina humana
de ideias retas e sem ambições na vida.
Sonho acordado e tenho desejos mirabolantes,
eu vivo! Fujo dos pesadelos cotidianos (pensamentos
tresloucados, irreais e assombrosos) versificando
meus desejos e medos.
Algumas coisas roubam o meu sono e a minha paz,
elevando o meu grau de desconfiança com as pessoas
e a minha insatisfação interior a patamares elevados.
Fantasmas querem me prender com correntes invisíveis,
fechar todas as portas e me manter cativo, anestesiado…
Querem me calar, matar meus sonhos, sepultar todas as
coisas em que acredito e na qual deposito esperanças.
Os nomes de tais espectros maléficos são indizíveis
ou propositalmente são ocultos. Freio as palavras
e aqui termino repentinamente, mas deixo as reticências…
Eduardo Marques
Uncategorized 12:36 pm
Eu sou invisível! Ser solitário em meio a tanta gente. Eu sou apenas mais um… Flor perdida de Baudelaire que busca paz e conforto num cálice de vinho. Renovam-se as esperanças, mas até quando meu Deus!