Oração… Terça-feira, Nov 3 2009 

Com fervor
clamo o teu nome:
Oh! Minha doce
amiga Morte!

Com torpor
rogo que me salve:
Faça-me livre
de toda a insanidade!

Por favor
não me abandone
tenha piedade
e seja a minha consorte!

Amém.

Eduardo Marques

PORCARIAS! Quarta-feira, Out 21 2009 

Não prossiga a leitura, amor!
Não perca o seu tempo.
São só versos ruins…
As minhas PORCARIAS!

Eduardo Marques

Domingo, Out 18 2009 

Não sou poeta,
sou uma farsa!
Só escrevo merda
versificada.

Versos de amor
enjoadinhos
e inexpressivos.

Eduardo Marques

Domingo, Out 18 2009 

Quando adormeço, vivo!
Quando desperto, morro!
O sono é o meu alimento,
A vida é o meu tormento.

Eduardo Marques

Acabou o mel. Domingo, Out 18 2009 

Não escrevo mais versos de amor,
eu me recuso!
São só porcarias com muito mel
e nenhuma literatura.

Eduardo Marques

Súplica Sábado, Out 17 2009 

Mate-me, mas não me maltrate!
Seja carinhosa e rápida,
acabe de uma vez com a minha vida,
não tenha piedade.

Eu rogo!
Até choro…
Morte, venha logo!
Escutai o meu desespero.

Eduardo Marques

Atenção Sexta-feira, Out 16 2009 

: tenho uma rara doença

e sofro com a indiferença


com algumas palavras,

mordo os próprios lábios

é o fim das quimeras

e das lembranças…


são delírios hipocondríacos

de um poeta entorpecido

ó versos demoníacos,

espírito enclausurado!


uma constelação de insegurança

priva a minha mente de esperança


———————————


a caneta seca, os versos terminam

a noite avança, os fantasmas assombram…


Eduardo Marques

03/07/2008 – 00h32

Adeus. Sexta-feira, Out 16 2009 

Partiu!
E não derramei nenhuma lágrima…

Adeus.

Eduardo Marques

Terça-feira, Out 13 2009 

Não sou apenas mais uma máquina humana
de ideias retas e sem ambições na vida.
Sonho acordado e tenho desejos mirabolantes,
eu vivo! Fujo dos pesadelos cotidianos (pensamentos
tresloucados, irreais e assombrosos) versificando
meus desejos e medos.
Algumas coisas roubam o meu sono e a minha paz,
elevando o meu grau de desconfiança com as pessoas
e a minha insatisfação interior a patamares elevados.
Fantasmas querem me prender com correntes invisíveis,
fechar todas as portas e me manter cativo, anestesiado…
Querem me calar, matar meus sonhos, sepultar todas as
coisas em que acredito e na qual deposito esperanças.
Os nomes de tais espectros maléficos são indizíveis
ou propositalmente são ocultos. Freio as palavras
e aqui termino repentinamente, mas deixo as reticências…

Eduardo Marques

Sábado, Out 10 2009 

Eu sou invisível! Ser solitário em meio a tanta gente. Eu sou apenas mais um… Flor perdida de Baudelaire que busca paz e conforto num cálice de vinho. Renovam-se as esperanças, mas até quando meu Deus!

Página Seguinte »